terça-feira, 11 de novembro de 2008

ERA DE AQUÁRIOS


Quem é do meu tempo, assistiu a uma das óperas musicais contemporâneas que coloco na lista dos meus filmes favoritos "HAIR"... Aquarius!!!! Aquarius!!!!! When the moon is in the seventh house, and Jupiter alines with Mars... E por aí vai... Um barato, colocando as questões do movimento Hippie dos anos 70 e outras como a estupidez de enviar jovens americanos, impregnados pela propaganda enganosa do Tio Sam que, infelizmente não conheceu a nossa batucada, senão não ia perder tempo com aquele dedão apontado e cara de mau, convocando os pobres jovens, enganados, que poderiam muito bem ao invés de ficar dando tiros em vietcongs, escutar nossos pandeiros e perdoar os guerreiros, porque todos nós queremos mesmo é sambar.

Pois é my crazy people, a Era de Aquarius começa hoje... Para potencializar coisas boas, expandir, deixando para trás a de peixes (nada contra os piscianos) onde, para resumir, foi época de roer o osso, ou melhor, o anzol... Agora, dá pra gente comer o camarão sem medo de ser feliz!!!

Estar em conexão com o Universo, projetando as coisas boas que queremos e, assim conectados e com a devida permissão e delegação do Pai, transforma tudo de ruim em tudo de bom!

De hoje a 13 de novembro é o tempo para se conectar como Universo e preparar para o melhor dos tempos...

Quem viver, verá!

Bacios!!!!

tempos sensíveis


Existem momentos, que não sei bem o por quê me sinto mai sensível... Confesso que há muito não me sentia assim... Meditabundus, um misto de meditativo e melancólico, um quase meditar com a bunda mesmo.

A mente aberta, alerta, avessa; a espinha ereta ainda que não pareça e, inexplicavelmente, o coração tranquilo, em estado de espera e de andanças... Quem sabe em estado de esperanças.

Em tempos assim, tempos sensíveis, parece que apuro e aprumo todos os meus inexplicáveis sentidos, a visão sem olhos, o ouvir sem ouvidos, o tato na alma, tristeza, beleza e calma.

Revoluções sempre mutantes, evoluções para não sei onde, tudo fazendo parte de um tempo, nem fácil, nem difícil, mas perceptivelmente sensível.

Isso é o que dá querer ser um explorador da alma, aprendiz de mim e dos "nãos" e dos "sims" que ecoam, cantam, dançam, no percurso desse caminho chamado vida.

Bem, em meio à tanta relidade, creio que possa ser de alguma forma saudável, por alguns momentos, ter essa estranha sensação do divino.

Nesse momento, a Dona Responsabilidade chama... "Acorda homem!!! Tá pensando que tá de férias, tem gente na fila de espera, na dependência de tuas atitudes. Lá se foi a quietude..."

Tempos sensíveis, pero no mucho!

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

MEL NA BOCA


A idéia desse blog veio de um amadurecimento quanto às minhas exposições e à minha exposição. Interessa-me mais divulgar o conteúdo do que penso do que apresentar a forma do que eu sou. Esta serão retratadas nas linhas e entrelinhas do meu pensamento, do meu ser, do meu viver, em todos os tempos e dimensões que tive a oportunidade de ter, seja no palco ou na platéia, participado.

Mel da boca... Pensei muito em um titulo, claro que o atual estava na minha cabeça também, mas a razão de ser veio de um mantra que uma tia que eu adoro, dessas filhotas de Woodstock, dos anos 60/70, movimento hippie e que continua uma mulher surpreendentemente além do seu tempo havia me dito... Mel na boca, quer dizer que na da nossa boca, como instrumento de divulgação do nosso ser, devem sair coisas doces, ainda que as amargas entrem.

Isso vai de encontro com a minha filosofia de ser que, segundo dizem os Kardecistas e eu concordo plenamente... "fora da caridade não há salvação". Não se trata de caridade no sentido de ter dó de alguém ou de nós mesmos, mas sim no sentido da generosidade, da humildade, da aceitação da realidade, do desapego aos resultados, de sempre se dar uma chance para a vida, para nós, para tudo e todos em qualquer tempo, momento e lugar.

Mel na boca significa que da minha boca, do meu coração, da minha alma, das minhas letras e expressões, ainda que estejam impregnadas de fel, há de ser transmitido tão-somente e apenas o mel, com o fito de que possa adoçar os vossos corações que, por conseguinte, hão de fabricar o mel que das vossas bocas hão de sair para o universo.

Sem o amor, a caridade de se dar à humanidade, em prol e acreditando no amor, realmente, não há salvação. Não que essa salvação seja ir para céu, para a tonga da mironga do kabuletê ou ou sei lá pra onde... Mas é quem sem amor, fica tudo muito triste... E vamos combinar que viver triste é ruim demais.

Tenho outros escritos em que eu me identificava... Mas não quero mais me expor assim. Aqui serei tão-somente uma letra que expressa a forma de seu ser e nada mais.

Que sejam bem-vindos os olhos que por aqui passearem e que a leitura possa adoçicar os vossos corações, almas, corpos, mentes e, da sua boca e de suas manifestações, o mel esteja contigo para todos e tudo!

Mel na boca de voces

Marx August